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Microdermoabrasão
(Peeling de Cristal)
Método desenvolvido na Itália em 1985, que consiste
em um aparelho composto por um duplo sistema de aspiração
e compressão, lançando e ao mesmo tempo aspirando
microcristais de óxido de alumínio sobre a pele
a ser tratada. Este processo se dá em fluxo constante,
de intensidade controlável, não traumática
e assintomática.
Esta "agressão" promovida pelos cristais,
promove um peeling cutâneo, cuja intensidade vai variar
de acordo com a quantidade de cristais, a pressão utilizada
e o número de vezes que a cânula é passada
na pele.
Atualmente é um dos procedimentos estéticos
mais realizados nos Estados Unidos, sendo denominado de "lunch
peel" (peeling do almoço). Devido à sua
simplicidade e rápida recuperação, o
paciente pode realizar este procedimento e retornar às
suas atividades imediatamente.
No peeling superficial, após o procedimento, a pele
fica avermelhada e edemaciada (inchada). O peeling médio,
que chega a atingir a segunda camada da pele, promove a formação
de crostas. Após a queda das crostas, a pele pode apresentar
uma vermelhidão residual por cerca de 30 dias.
São necessárias várias sessões
de tratamento e os resultados são equivalentes aos
dos peelings superficiais e médios.
O intervalo entre as aplicações variam de acordo
com a profundidade atingida. Quando o procedimento é
mais superficial pode ser repetido a cada 7 ou 15 dias. Os
peelings médios, pelo menos a cada 30 dias.
Veja abaixo o número de sessões necessárias
para se obter um melhor resultado:
- rugas:
5 a 10 sessões
- estrias
e cicatrizes: 10 a 15 sessões
- sequelas
de acne: 10 a 15 sessões
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