CIRURGIAS PLÁSTICAS

A Dra Alessandra é mebro titular da Sociedade brasileira de Cirurgia Plástica e especializada na área de cosmiatria, laser e câncer de pele tendo elevada competência e conhecimento na área. Clique aqui

Conceito sobre cirurgia plástica

A cirurgia plástica estética tem por finalidade oferecer efeitos mais harmônicos em regiões específicas do corpo que possam estar fora dos padrões de proporção e beleza, ou com destacadas marcas determinada pela idade.

Como todo procedimento cirúrgico, a cirurgia plástica não é livre de riscos, e seus resultados podem ser limitados, conforme a extensão e a complexidade dos problemas existentes.

Medidas obrigatórias de segurança reduzem a um mínimo aceitável os riscos operatórios e anestésicos, permitindo que o pós-operatório podem correr. É importante compreender que o médico jamais tem a intenção de cometer um ato de imprud6encia, negligência ou imperícia. Problemas podem ocorrer, embora com baixa frequencia. Não fosse assim, a cirurgia plástica estética seria um procedimento proibido.

Na ocorrência de algum problema, esteja ele dentro ou fora de controle médico, sofrem tanto o paciente como o médico e , nessa situação, tudo será feito para que não haja conseqüências irreparáveis.

Convém lembrar que os médicos são respeitados pela qualidade e pelo resultado de seu trabalho. Nesse particular, a cirurgia plástica estética não difere das demais especialidades. Não se concebe alguém submeter-se a esse tipo de cirurgia para obter um resultado que o deixe igual ou pior ao resultado anterior. É importante, porém, entender o quanto melhor esse resultado poderá ser, para evitar um expectativa que vá além dos limites permitidos pela cirurgia. Ao médico caberá dar todas as informações sobre esses limites.

Alguns problemas estéticos, para serem resolvidos, exigirão mais de uma cirurgia. Retoques necessários para a melhoria da qualidade, bem como de cicatrizes pouco estéticas, devem ser levados em consideração. O corpo humano permite uma grande diversificação no tipo de cicatrizes, cujo aspecto pode variar nas diferentes regiões do corpo e também de acordo com a tensão local, a idade do paciente, etc.

Complicações de qualquer natureza, se houver, devem ser resolvidas, ainda que sua solução implique uma nova cirurgia. É importante entender que o médico tem sempre a intenção e a obrigação de ajudar o paciente dentro dos limites da realidade.
Os retoques posteriores à operação devem obedecer a um critério de tempo de espera, até que os tecidos possam ser manipulados novamente. Nesse caso, é importante não ser impaciente. Uma nova cirurgia num momento não- oportuno em geral não oferece resultado compensador.

Convém também que nos procedimentos cirúrgicos é sempre prudente tirar menos. Isso permitirá que em eventuais retoques posteriores o resultado seja mais perfeito. O inverso poderá trazer problemas de difícil solução.

Deve também ficar registrado e esclarecido que os retoques operatórios, se necessários, não serão cobrados pelo cirurgião, nem por assistentes e anestesistas, quando realizados no período de até um ano após a primeira cirurgia. O paciente já terá pago para ficar bem dentro do estipulado pela cirurgia. Caberá a ele, no entanto, pagar as despesas hospitalares. Isso é tradicionalmente aceito, dentro e fora do Brasil, e deve ser compreendido por todos.

Seja feliz com o resultado da sua cirurgia!